quinta-feira, 14 de junho de 2012

Sorria!

Sorria! Você está sendo observado!

Tudo o que fazemos, não importa o que, se estamos sendo observados, fazemos de maneira forçada ou brusca.

Por quê será? Será medo do julgamento? Medo de não agradar? Medo de justo naquela hora, as coisas não saírem como sempre saem?

Tenho que parar de pensar assim um pouco, devem achar que eu sou doida. Droga.

domingo, 27 de maio de 2012

Loucura

Louco é que é considerado diferente do padrão, louco é aquele que está fora da razão, mas será mesmo? Não. Eu acho, pelo menos que não. Louco é aquele que se importa em ser igual à todos os outros, se incomoda em ser diferente ou em ser você, louco é aquele que não quer saber se daqui à um dia ou dois estará vivo, mas sim bonito na festa da amiga do conhecido da namorada do primo do vizinho do irmão da amiga da filha da amiga da sua mãe. O louco não quer saber quem realmente ama-no, mas sim quantas pessoas o acham legal ou chamam no bate-papo.

Depois de tudo isso, como conseguimos chamar uma pessoa de louca, ou descrevê-lo? O melhor seria definir o normal.

Mas, o que é normal?? Não sei direito, e mais: Acho que eu estou enlouquecendo.

Smile

Eu, você, todos sorrimos.

Sorrimos de alegria, outras vezes de vergonha, sorrimos pra não chorar, sorrimos por estar feliz. Pode existir um motivo por trás dele, pode ser que seja falso, mas todos eles, são sorrisos.

Algumas vezes, o sorriso é usado como máscara. Ora funciona, ora não. De qualquer forma, é a pior das máscaras, pois pode esconder o pior tipo de sentimento. Nesse caso, é uma arma, específica para cometer suicídios.

Por isso, não se esconda, sorria.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Contagem.... Regressiva?

Deve haver algum motivo pelo qual não se pode contar lágrimas. E talvez, seja exatamente o mesmo que não se podem contar passos, palavras, quem sabe, até estrelas:
Sempre há uma nova surgindo, outra sendo esquecida, desaparecendo.
O que passou, passou.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

E então me deu uma saudade de escrever...

E então me perguntaram: Por quê você não posta mais no blog? 
A primeira coisa que veio à minha cabeça foi: Ficou pessoal demais. Mas será?


Era justamente por isso que escrevia. Quando apenas lágrimas e sentimentos guardados não davam conta do recado. E então me deu uma saudade de escrever....


Não sei. De repente, me senti vazia, agoniada, burra.
Tal coisa não consigo entender: Quando escrevo, fico bem, mas de um jeito ruim. Quando não escrevo,fico mal, mas de um jeito bom.


Mas aí já estava aqui, novamente, escrevendo. Presa no meu próprio labirinto. É melhor eu me acostumar a viver aqui.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Futureday

Future holds a lot of things,
But a lot of things can change your future
Today’s too short for thinking about tomorrow and tomorrow is too much time of waiting
Live today
Live tomorrow when it became today

Reflexos em Fade-out

Viver em uma casa de espelhos não é muito vantajoso quando todas as pessoas estão usando a mesma máscara. Não há como saber o que realmente é visto, o que as coisas realmente são ou o que elas apenas parecem.
Como saber o que está sendo refletido, sendo o que todas as coisas são iguais? Não dá para ver nada além do superficial.
Você vai aprendendo a viver ali, porém a cada chance corre em busca de uma saída. Mas lá estão os espelhos, embaralhando o caminho e gastando o seu tempo, esbarrando no mesmo várias vezes e sem perceber, eles te cortam e ferem.
Com o passar do tempo, eles vão ficando opacos. E aí você percebe quanto tempo perdeu com coisas inúteis. Só então passa a enxergar.
Antes que pudesse ver com clareza, as pessoas iam sendo apunhaladas no escuro, no silêncio. Mas o tempo mudou isso. Daí você recobra o cuidado, porque na verdade, algumas pessoas só estão esperando o momento que você baixar a guarda e virar as costas, pois o punhal, elas nunca deixaram de segurar…